Dicionário de termos técnicos


O presente glossário objetiva apoiar os participantes dos cursos a partir de termos técnicos encontrados nos conteúdos.

Browse the glossary using this index

Special | A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | K | L | M | N | O | P | Q | R | S | T | U | V | W | X | Y | Z |

Page: (Previous)   1  2  3  4  5  6  7  8  (Next)

R

RICEA - REGISTRO DE INVESTIGAÇÃO DO CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

Documento padronizado, de acesso restrito, resultante da coleta e da análise de fatos, dados e circunstâncias relacionadas a um Incidente de Tráfego Aéreo.


RISCO CRÍTICO

Condição na qual não ocorreu um acidente devido ao acaso ou a uma ação evasiva em que as proximidades, vertical e horizontal, entre as aeronaves tenha sido inferior a 500 pés (150 m).


NOTA 1 - Quando uma Ocorrência ATS for classificada como Incidente de Tráfego Aéreo e não se enquadrar na condição acima, o reporte de Perigo de Colisão, efetuado por um dos pilotos envolvidos, após análise dos dados disponíveis, poderá levar o incidente à classificação de Risco Crítico.

NOTA 2 - O Incidente de Tráfego Aéreo, Risco Crítico, é classificado pelo CENIPA como Incidente Aeronáutico Grave.


RISCO POTENCIAL

Condição na qual a proximidade entre aeronaves, ou entre aeronaves e obstáculos, tenha resultado em separação menor que o mínimo estabelecido pelas Normas vigentes sem, contudo, atingir a condição de Risco Crítico.
NOTA - Quando as informações disponíveis não permitirem a determinação do nível de comprometimento da segurança dos tráfegos envolvidos em um incidente de tráfego aéreo, o mesmo será classificado como Risco Potencial.


ROTAER

Manual Auxiliar de Rotas Aéreas


RP

Relatório Preliminar


RPA - AERONAVE REMOTAMENTE PILOTADA

Aeronave não tripulada pilotada a partir de uma estação de pilotagem remota, utilizada com propósitos não recreativos.


RVSV

Relato de Vistoria de Segurança de Voo.


S

SEGCEA

Subsistema de Segurança Operacional do SISCEAB


SEGURANÇA DE VOO OU SEGURANÇA OPERACIONAL (SAFETY)

Estado no qual o risco de lesões às pessoas ou danos aos bens se reduz e se mantém em um nível aceitável, ou abaixo deste, por meio de um processo contínuo de identificação de perigos e gestão de riscos.


SERIPA - SERVIÇO REGIONAL DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

Organizações encarregadas de planejar, gerenciar, controlar e executar as atividades relacionadas com a investigação e a prevenção de ocorrências aeronáuticas, nas suas respectivas áreas de atuação.  
Distribuídos regionalmente pelo território brasileiro, os SERIPAs são subordinados, técnica e operacionalmente, ao CENIPA


SERVIÇO DE RAMPA (GROUND HANDLING)

Serviços necessários a uma aeronave durante a chegada e a partida de um aeródromo, excluindo os serviços de tráfego aéreo.


SGSO

Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional


SGSV

Sistema de Gerenciamento da Segurança de Voo.


SIPACEA

Seção de Investigação e Prevenção de Acidentes/Incidentes do Controle do Espaço Aéreo


SIPAER

Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos


SISCEAB - SISTEMA DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO BRASILEIRO

Sistema instituído com a finalidade de dotar o Comando da Aeronáutica de uma estrutura capaz de integrar os Órgãos e Sistemas que participam do controle da circulação Aérea Nacional, no limite das suas respectivas atribuições.


SPACEA

Seção de Prevenção de Acidentes/Incidentes do Controle do Espaço Aéreo


SPV

Sistema de Proteção ao Voo.


SRPV

Serviço Regional de Proteção ao Voo


T

TMA

Área de Controle Terminal



Page: (Previous)   1  2  3  4  5  6  7  8  (Next)