terça, 15 Out 2019, 21:55
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Curso: CENIPAVIRTUAL (CENIPAVIRTUAL)
Glossário: Dicionário de termos técnicos
R

RICEA - REGISTRO DE INVESTIGAÇÃO DO CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO

Documento padronizado, de acesso restrito, resultante da coleta e da análise de fatos, dados e circunstâncias relacionadas a um Incidente de Tráfego Aéreo.

RISCO CRÍTICO

Condição na qual não ocorreu um acidente devido ao acaso ou a uma ação evasiva em que as proximidades, vertical e horizontal, entre as aeronaves tenha sido inferior a 500 pés (150 m).


NOTA 1 - Quando uma Ocorrência ATS for classificada como Incidente de Tráfego Aéreo e não se enquadrar na condição acima, o reporte de Perigo de Colisão, efetuado por um dos pilotos envolvidos, após análise dos dados disponíveis, poderá levar o incidente à classificação de Risco Crítico.

NOTA 2 - O Incidente de Tráfego Aéreo, Risco Crítico, é classificado pelo CENIPA como Incidente Aeronáutico Grave.

RISCO POTENCIAL

Condição na qual a proximidade entre aeronaves, ou entre aeronaves e obstáculos, tenha resultado em separação menor que o mínimo estabelecido pelas Normas vigentes sem, contudo, atingir a condição de Risco Crítico.
NOTA - Quando as informações disponíveis não permitirem a determinação do nível de comprometimento da segurança dos tráfegos envolvidos em um incidente de tráfego aéreo, o mesmo será classificado como Risco Potencial.

ROTAER

Manual Auxiliar de Rotas Aéreas

RP

Relatório Preliminar

RPA - AERONAVE REMOTAMENTE PILOTADA

Aeronave não tripulada pilotada a partir de uma estação de pilotagem remota, utilizada com propósitos não recreativos.

RVSV

Relato de Vistoria de Segurança de Voo.

S

SEGCEA

Subsistema de Segurança Operacional do SISCEAB

SEGURANÇA DE VOO OU SEGURANÇA OPERACIONAL (SAFETY)

Estado no qual o risco de lesões às pessoas ou danos aos bens se reduz e se mantém em um nível aceitável, ou abaixo deste, por meio de um processo contínuo de identificação de perigos e gestão de riscos.

SERIPA - SERVIÇO REGIONAL DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS

Organizações encarregadas de planejar, gerenciar, controlar e executar as atividades relacionadas com a investigação e a prevenção de ocorrências aeronáuticas, nas suas respectivas áreas de atuação.  
Distribuídos regionalmente pelo território brasileiro, os SERIPAs são subordinados, técnica e operacionalmente, ao CENIPA

SERVIÇO DE RAMPA (GROUND HANDLING)

Serviços necessários a uma aeronave durante a chegada e a partida de um aeródromo, excluindo os serviços de tráfego aéreo.

SGSO

Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional

SGSV

Sistema de Gerenciamento da Segurança de Voo.

SIPACEA

Seção de Investigação e Prevenção de Acidentes/Incidentes do Controle do Espaço Aéreo

SIPAER

Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos

SISCEAB - SISTEMA DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREO BRASILEIRO

Sistema instituído com a finalidade de dotar o Comando da Aeronáutica de uma estrutura capaz de integrar os Órgãos e Sistemas que participam do controle da circulação Aérea Nacional, no limite das suas respectivas atribuições.

SPACEA

Seção de Prevenção de Acidentes/Incidentes do Controle do Espaço Aéreo

SPV

Sistema de Proteção ao Voo.

SRPV

Serviço Regional de Proteção ao Voo

T

TMA

Área de Controle Terminal